Ministérios

Ministério Acolhimento e Recepção

    Amados irmãos,

            Como durante este mês de abril estamos comemorando o aniversário de 01 ano do MAR tenho refletido bastante sobre o papel que o mesmo deve ter na nossa comunidade. Sentimos que Deus nos incomodava, enquanto liderança, a estar mais próximo de vocês fisicamente e, principalmente, espiritualmente colocando-nos de coração aberto para exercitarmos a condição própria do acolhimento.

               É imbuído neste sentimento que tanto eu quanto Betânia convidamos a cada um de vocês para reservar um tempo durante esta semana para ler com calma e, com o auxílio da Palavra, o texto que se segue. O nosso mais sincero desejo é que vocês possam refletir nestas verdades e que cada um de nós possa orar a Deus no sentido de desenvolver em si mesmo e em toda a nossa comunidade o dom da MUTUALIDADE palavra que descreve o dever que cada cristão tem para com o outro enquanto membro da FAMÍLIA de DEUS. Somos chamados para servir e não apenas a Deus como também uns aos outros, pois a verdadeira mutualidade é fruto da relação com Jesus (Jo 15.1-11) e todo gesto de mutualidade se fundamenta no mandamento de “AMAR UNS AOS OUTROS” (Jo 15.12 e Lc 10.25-27) sabendo que o exemplo da perfeita mutualidade é a da Trindade (Jo 15.9-10). Por isso ficaríamos muito felizes de saber que vocês dedicaram tempo a meditar nessas verdades e começaram ou continuaram a desenvolver atitudes interrelacionais que promovam o acolhimento entre TODAS AS PESSOAS que frequentam a nossa igreja. Além disso, nos daria muita alegria receber um breve comentário com a suas impressões sobre o que lerão a seguir. 

Proximidade

Leitura Bíblica: Êxodo 3.1-10 e Salmos 145.18

            Matthew Henry é escritor de comentários da Bíblia. Certo dia, foi assaltado e fez a seguinte anotação em seu diário: “Estou agradecido; primeiro, porque nunca fui roubado antes; segundo, porque, apesar de terem levado minha carteira, não me tiraram a vida; terceiro, porque, apesar de terem levado tudo, não perdi muita coisa e, quarto, fui roubado: não fui eu que roubei”. Interessante a forma que ele encontrou para falar a respeito de um problema que estava enfrentando. Ele não esqueceu que podia ser grato, apesar de ter passado por um mau momento (leia Sl 34.1).

            Ao pensar sobre esta historia, é importante perceber que temos muito mais motivos e razões para agradecer do que para reclamar. O maior deles, com certeza, é o amor de Deus por nós. Ele conhece nossas dores e se aproxima com amor. É maravilhoso saber que o Criador se preocupa conosco, simples e miseráveis criaturas que sofrem da fragilidade eminente do pecado mundano, em um momento que os valores estão cada vez mais obsoletos. Ser diferente, pode ser sinônimo de ser estranho e levar a uma exclusão. É Ele é quem pode nos dar a força e a paz necessárias para seguirmos no caminho.

            Assim devemos atuar no nosso ministério (MAR – Ministério de Acolhimento e Recepção) e em nossa vida cristã em todo o tempo, inclusive, estimulando os nossos irmãos em Cristo a fazê-lo. Devemos nos aproximar de quem nos visita e também de quem já convive conosco, com interesse e respeito demonstrando verdadeiramente o nosso desejo em saber um pouco mais sobre a história e vivências do outro independentemente de quem seja.

          Precisamos lembrar que Deus está próximo de nós e a cada dia demonstra seu amor incondicional. Mas, enquanto humano às vezes, ou porque não dizer continuamente, nos esquecemos disso já que somos distraídos pelo vazio da decepção, pela dor e por uma amargura egoísta reflexos do aprisionamento causado pelos problemas, angústias e tristezas que nos cercam e consomem a nossa alma.

            No texto proposto como leitura bíblica, Deus disse que tinha escutado o clamor do seu povo e “descido” até eles, ou seja, ia agir. Da mesma forma, ele nos diz: 

“Certamente vi sua aflição, ouvi o seu clamor, sei o quanto você está sofrendo” – e intervém em nossa vida, é preciso deixá-lo entrar e descansar.

          Deus apareceu a Moisés numa sarça que, mesmo pegando fogo, não se consumia. Quando Moisés se aproximou, soube que o Senhor estava ali e que não poderia aproximar-se daquele lugar santo de qualquer maneira. Tirar as sandálias era um sinal de reverência e humildade. Hoje, é muito importante saber que só podemos chegar diante de Deus se nos humilharmos na sua presença, conscientes da nossa real pequenez, e reconhecermos que precisamos dEle.

           Deus está presente em todas as coisas. Ele não está simplesmente perto. Deus está em você e espera de sua parte uma atitude contínua de fazer a Sua vontade. E uma dessas atitudes de fundamental importância é a de estar verdadeiramente com o outro, diminuindo as “distâncias” que teimam em nos separar. Devemos ser promotores da conectividade fomentando e ajudando a todos de nossa comunidade e os que nos visitam a se interrelacionarem e a viverem próximos uns dos outros e então poder dizer: “Todos os que creram estavam juntos e tinham tudo em comum” (At 2.44). Eis um bom motivo para consagrar a vida a Ele!

            Um abraço afetuosamente fraternal, Walmir Sabino

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